segunda-feira, julho 31, 2006

Recuperar energias

Vou recuperar energias para aqui:

Andanças 2006

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Minha aldeia é todo o mundo. Todo o mundo me pertence. Aqui me encontro e confundo com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertence. António Gedeão

Poesias em amostra

Amostra sem valor

Eu sei que o meu desespero não interessa a ninguém.
Cada um tem o seu, pessoal e intransmissível:
com ele se entretém
e se julga intangível.

Eu sei que a Humanidade é mais gente do que eu,
sei que o Mundo é maior do que o bairro onde habito,
que o respirar de um só, mesmo que seja o meu,
não pesa num total que tende para infinito.

Eu sei que as dimensões impiedosos da Vida
ignoram todo o homem, dissolvem-no, e, contudo,
nesta insignificância, gratuita e desvalida,
Universo sou eu, com nebulosas e tudo.

Antóno Gedeão

E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos

E por vezes encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se envolam tantos anos.

David Mourão-Ferreira

Há dias assim...

Há dias que nos apetece apagar o dia do calendário.
Mas há outros dias, que nos apetece apagar o dia da memória. Alguns conseguem, com uns copos, afogar essa sensação de acordar em pleno deserto com o sol na vertical, cegando-nos e impedindo de orientar as ideias.
Porra, para quem não bebe, não dá para ir por aí.
Resta aguentar o peso nosso próprio corpo. Não dá para saber para que lado se está virado. É um imenso mar de areia na cabeça, apetece apenas voltar a adormecer, para não mais ser acordado.
Que sensação mais estúpida.
Não há desencanto maior, por passageiro que seja.
E quando deixamos que aquele sexto sentido, nos acompanhe, acordamos assim, frágeis, completamente desarmados, angustiados...
Porque todos precisamos ter um Sol? Um Sol que nos aqueça a alma, e nos ilumine, nos aconchegue, nos abrace, de braços e pernas.
E nesses dias assim, que precisávamos ter acordado com um bom dia e um sorriso do nosso Sol, e ele não está connosco, pensamos, por onde andará, entre que gente, fazendo o quê?
Quando o nosso solzito não nos desperta, apetece, não ter acordado, voltar a fechar os olhos, adormecer de novo, apagar o dia do calendário da nossa memória.

F…-se, não devia haver dias assim.

sábado, julho 29, 2006







Which Classic Female Literary Character Are you?




You're Marianne Dashwood from Sense and Sensibilty by Jane Austen!
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sexta-feira, julho 28, 2006

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Luna e Bambino cada vez melhor!!!

quinta-feira, julho 27, 2006

quarta-feira, julho 26, 2006

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Confissões

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Estes dias tem-me apetecido fazer tudo menos aquilo que realmente tenho para fazer. Sinto a cabeça confusa, a alma perdida... Mas tem sido nestes momentos mais críticos que me tenho dedicado à leitura. Aos poucos vou-me deliciando com cada uma das histórias fantásticas que me absorvem por completo desta rotina diária. De momento, acabei de ler: " Tudo o que eu deveria saber aprendi no Jardim de Infância" de Robert Fulghum. É daqueles livros sensacionais que nos absorve por completo, remetendo-nos para histórias tão simples e quotidianas e às quais por vezes não dá-mos a mínima importância. Ao lê-lo senti que a vida é tão curta, que complicamos as coisas e ficamos sempre a lamentar de que a vida é insuportável, está cheia de dissabores e outras coisas mais...
Tal como o
Robert Fulghum, decidi também escrever o meu prórpio material [ não sei como hei-de chamar a estes escrito. Chamo-lhe "o meu material" - um relatório escrito sobre o que se passa na minha cabeça e na minha vida (Fulghum R. 1988, p.5)].
Hoje talvez irei citá-lo muitas vezes, isto porque foi uma grande descoberta e apetece-me partilhá-lo nestas singelas linhas que escrevo, juntamente com as minhas ideias e formas de pensar que me são tão prórpias. Mais um outro pedacinho que vale a pena citar:

O credo do narrador de histórias

Creio que a imaginação é mais forte do que o conhecimento.
Que o mito é mais potente do que a história.
Que os sonhos são mais poderosos do que os factos.
Que a esperança triunfa sempre sob a experiência.
Que o riso é a única cura para a mágoa.
E creio que o maior é mais forte do que a morte.
(Fulghum R. 1988, p.6)

Vou fazer de "meu" também, este diploma e credo de contador de histórias.

Hoje senti necessidade de ouvir músicas de Natal. Sim, pode parecer ridículo, mas não dizem que o Natal pode ser quando um Homem quiser, então eu antecipei-o ehhh!!

Agora fico-me por aqui, porque de momento não tenho mais nada assim tão importante para dizer e vou para a cama, deleitar-me com mais umas páginas de um outro livro.



Nem sempre a necessidade de escrever coincide com a quantidade de inspiração que estamos no dia...

Portanto...


O Teatro Mágico - Palavra
by Fernando Anitelli


Palavra
Tenho que escolher a mais bonita
Para poder dizer coisas do coração
Da letra e de quem lê
Toda palavra escrita, rabiscada
Um joelho, guardanapo, chão
Ponto, pula linha, travessão

E a palavra vem
Pequena
Querendo se esconder no silêncio
Querendo se fazer de oração
Baixinha com altura da intenção,
Da segurança
Vírgula, parênteses, travessão
Ponto, pula linha, travessão

E a palavra vem
Vem sozinha
Que a minha frase invento pra te convencer
Vem sozinha
Se o texto é curto, aumento pra te convencer
Palavra
Simples como qualquer palavra
Que eu já nem preciso falar
Simples como qualquer palavra
Que de algum modo eu pude mostrar
Simples como qualquer palavra
Como qualquer palavra.

Arrumos

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Sempre no incio das férias aproveito para fazer mais uma arrumação geral aos meus armários. Comecei hoje essa tarefa, mas estou sem paciência para continuar.
Vou guardando coisas pensando que poderei precisar delas, mas a verdade é que elas vão-se acumulando de ano para ano. queria ter a coragem de agarrar em tudo e mandar para a caixa da reciclagem, mas abro e começo a ver, as fichas de trabalho produzidas no estágio... bolas não posso deitar isto fora, vou guardar isto e aquilo e "aqueloutro"... e de modo que a papelada vai amontoando. Decidi informatizar tudo, então terei longos dias se scaner à frente... Mas confesso estou sem paciência para continuar esta tarefa.... Quem me dera ter uma varinha de condão. Será que há por aí alguma que eu possa pedir emprestada por uns instantes?!

Luna...









A todos aqueles que têm passado pelo blog para saber novidades da Luna, aqui ficam as mais algumas fotos.
Já engordou mais um bocadinho e o seu apetite começa a ser voraz.
Sempre pronta para a brincadeira não pára quieta, para ela tudo é brinquedo, desde o saco plástico, à folha de jornal, ao teclado do computador, aos fios... até ao meu cabelo.
Os seus primeiros miados surgem, mas são quase imperceptíveis.
Adora ficar no meu colo enquanto vou realizando os meus crafts, mas tentando sempre lançar a pata a qualquer achado. Tem uma fixação enorme pelas contas de vidro e percorre as caixas com as patas no sentido de alcansá-las.
O Bambino já está menos ciumento, já brincam os dois e perseguem-se um ao outro. Já consigo ter ambos lado a lado e eu a fazer-lhes festas. A ultima da Luna é perseguir o rabo do Bambino, que nem sempre lhe acha muita piada.
Outra coisa a Luna pegou a mania de me trepar para o ombro e tentar mordiscar a orelha, é caso para dizer que gata assanhada!!

E as férias estão por cá...

Recostar e apenas gozar o Sol;

Viajar;

Dedicar tempo aos livros que queria ler e ainda não tive tempo para isso;

Estar com a família e os meus bichanos (o Bambino e a Luna);

Continuar a minha collage e assemblage das minhas memórias;

Dedicar tempos aos amigos;

Dedicar tempo a não fazer nada....

Sim porque o tempo passa tão depressa que quando dá-mos por ela nem metade das coisas que queriamos ter feito fizemos.

segunda-feira, julho 24, 2006

quinta-feira, julho 20, 2006

Mais uma Feira de Artesanato Urbano no Porto


HandCrafted by Guapa vai lá estar. Apareçam e avisem também os vossos amigos!

Urgente

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Aqui tá uma das doçuras que se encontra na Afectu*

"Solidariedade ajuda AFECTU a renascer após ter sido vandalizada
Quarta-Feira, 19 de Julho de 2006
Vasco Lopes

A AFECTU (Associação dos Felinos E Caninos Todos Unidos) nasceu em 1999, fruto do sonho de Maria Lucília Baptista, que desejava criar um refúgio para os animais abandonados em Taboeira, no concelho de Aveiro. Contudo, no espaço de apenas seis meses, a AFECTU foi assaltada duas vezes, sendo que, em ambas as ocasiões, houve elevados prejuízos materiais a registar.

ROUBO E BRUTALIDADE
A primeira vez que a AFECTU foi assaltada foi na noite de 15 para 16 de Janeiro, ao passo que a segunda invasão teve lugar recentemente, na noite de 9 para 10 de Julho. A lista de coisas que foram furtadas no último assalto foi enviada ao NM, sendo que, no documento, pode ler-se o valor total do prejuízo: 12.197 euros.
Para além de 35 sacos de ração, foram roubados inúmeros objectos (nem as lâmpadas escaparam), muitos deles provenientes das obras que a associação estava a levar a cabo no abrigo. Os danos causados pelos invasores vão também obrigar a um elevado conjunto de reparações, que contribuem para elevar a factura para um valor acima dos 12 mil euros.
Contudo, este prejuízo “não contabiliza” o facto de, no segundo assalto, um dos cães ter sido brutalmente agredido, tendo ficado às portas da morte (uma das patas foi fracturada, ao passo que o céu da boca do animal foi furado). Um segundo cão foi também amarrado a um pinheiro, localizado a 200 metros do abrigo, quase tendo morrido esganado. O primeiro destes animais está internado no Porto, não se sabendo ainda se sobreviverá, ao passo que o segundo canídeo encontra-se bem, embora estejam ainda “muito assustados” com tudo o que aconteceu, segundo confessou ao NM Maria Lucília Baptista.

SOLIDARIEDADE
Com o tom de voz a revelar a tristeza e o desalento que sente neste momento, a responsável e fundadora da AFECTU confessou ao NM: “Queria seguir em frente e não baixar os braços, mas não tem sido fácil aguentar tudo isto”.
“Apesar de tudo, só posso agradecer o apoio dado pela Sociedade Protectora dos Animais do Porto (em especial pela sua presidente, Ermelinda Oliveira Martins) pelo apoio dado neste momento difícil, que chegou mesmo a enviar uma ambulância para transportar até ao Porto o animal que ficou em perigo de vida”, acrescentou Maria Lucília Baptista.
Por outro lado, a responsável frisa que várias pessoas têm enviado alguns donativos (em dinheiro ou em rações), “apoios que vão ajudando a reabilitar a associação”.
Quem quiser enviar o seu donativo em dinheiro poderá fazê-lo através do NIB 0019 0011 0020 0045 1640 3, o qual figura no site oficial da associação (http://afectu.bedigital.tv/index.htm).
As dificuldades de espaço e a necessidade de realizar obras no abrigo levou a uma redução do número de animais - actualmente, moram lá somente 45 cães; muitos dos quais foram “adoptados” por sócios da AFECTU, com a particularidade de Maria Lucília Baptista ter levado 11 cães para a sua casa.

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A voz da revolta
Na conversa que tivemos com Maria Lucília Baptista, a responsável pela AFECTU confessou ter enviado cartas a várias entidades a exigir “medidas drásticas” para terminar com situações deste género, mas, “salvo raras excepções (entre as quais o Ministério do Ambiente), jamais houve qualquer resposta”.
“Os animais não votam e nada nos podem dar em troca, excepto serem os nossos melhores amigos”, disse ainda, acrescentando com um tom de revolta na voz: “As pessoas estão mal preparadas e, no campo da protecção dos animais, Portugal é um país do Terceiro Mundo”.
Entre vários casos preocupantes que nos relatou, Maria Lucília Baptista contou mesmo que, por vezes, dá um cão e, no dia seguinte, vê-se obrigada a ir buscá-lo de volta, encontrando-o em muito mau estado. “Muitas pessoas fazem dos animais objectos”, lamentou, exemplificando: “Apesar da situação grave da associação, ainda no sábado deixaram-nos à porta mais uma ninhada de cachorros”. "


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sexta-feira, julho 14, 2006

Momentos da Maria versus Luna

Seu nome estava designado por mim, ser Maria, mas o meu pai teimava em não concordar, então passou a chamar-se, Luna.

A Luna portou-se lindamente ao seu primeiro banho em água tépida.

É muito brincalhona e aos poucos vai redescobrindo o mundo maravilhoso que existe à volta dela.Já descobriu o prazer de estar no meu colo e também o interesse nos meus materiais de crafts.


quinta-feira, julho 13, 2006

Uma surpresa mesmo à noitinha




Deviam de ser bem perto das 23.30h quando ouço a campainha a tocar e o meu pai, logo a perguntar quem ia atender a porta, visto está, que estava refastelado no sofá a ver os assuntos da bola (coisas de homens, como costuma dizer). Lá fui à porta e nisto vejo que era uma colega de trabalho da minha mãe com a filha e os sobrinhos que traziam esta linda ternura para mim.

Fiquei radiante como era de se prever, a minha mãe é que não ficou lá muito convencida... Mas vamos ver no que dá.
O Bambino ficou cheio de ciúmes como está claro! Não sei como hei-de solucionar este problema. Ele tenta cheira-lá e saltar para vê-la e ela bufa-lhe, mas espero que aos poucos se habituem na companhia um do outro.
Por isso dicas entre o bom entendimento destes dois animais são bem aceites.
Ahhh a gatita apelidei-a de Maria, já que é um nome que eu gosto muito.

P.S. Desculpem as fotos, mas agora a minha máquina deu-lhe para isto!

quarta-feira, julho 12, 2006

Swaps

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Paper Scraps Swap

Handbagswap

Pinkandwhitepincushionswap

Handmade postcard


sexta-feira, julho 07, 2006

Ilustração à sexta com Vincent Van Gohg

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E é amar-te assim eternamente
É seres alma e vida em mim
E dizê-lo cantando a toda a gente...

Florbela Espanca

quinta-feira, julho 06, 2006

Livros grátis/Free Books

Free Books

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Project Gutenberg Online Book Catalog

Um livro à 4ª e um filme à 5ª

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Um filme para todas as idades e alturas e que dispensa qualquer tipo de comentários!


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Se cada dia cai, dentro de cada noite,
há um poço
onde a claridade está presa.

há que sentar-se na beira
do poço da sombra
e pescar luz caída
com paciência.

Pablo Neruda (Últimos Poemas)



Pablo Neruda (1904-1973) Nobel em 1971, Neftalí Reyes nasceu em Temuco, Sul do Chile. Em 1920, adotou o nome Pablo Neruda, de um poeta tcheco. Estudou Francês na Universidade do Chile, em Santiago. Em 1923 saiu seu primeiro livro, "Crepusculário". Em 1927 foi para o Consulado em Rangun, Birmânia (hoje Myanmar), depois Ceilão (Sri Lanka) e Java (Indonésia). Cônsul em Madri desde 1934, durante a Guerra Civil, sob bombardeios, imprimiu textos em trapos de bandeiras e uniformes. De 1940 a 1943, foi cônsul no México; eleito senador comunista em 1945, foi cassado em 1948. Publicou "Canto Geral" no México. Voltou a seu país em 1954, ano em que suas memórias saíram no semanário "O Cruzeiro", do Brasil (depois reunidas em "Confesso que Vivi"), e em que publicou "Odes Elementares". Em 1964, saiu "Memorial da Ilha Negra". Foi candidato comunista a presidente em 1970; desistiu em favor do socialista Salvador Allende e, em 1971, foi embaixador na França. Morreu logo após a depredação de sua casa por ordem do general golpista Pinochet.



STAIRWAY TO HEAVEN

... E RELEMBRAR MUNDINHOS PASSADOS....

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Foto from Mateusz Zechowski

Gohst in my head



Stairway To Heaven

Led Zeppelin

Composição: Led Zeppelin

There's a lady who's sure all that glitters is gold
And she's buying a stairway to heaven
(And) when she gets there she knows if the stores are all closed
With a word she can get what she came for

Ooh ooh ooh…ooh…ooh ooh ooh
And she's buying a stairway to heaven

There's a sign on the wall but she wants to be sure
'Cause you know sometimes words have two meanings
In the tree by the brook there's a songbird who sings
Sometimes all of our thoughts are misgiven

Oooh…It makes me wonder
Oooh…It makes me wonder

There's a feeling I get when I look to the west
And my spirit is crying for leaving
In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees
And the voices of those who stand looking

Oooh…It makes me wonder
Oooh…And it makes me wonder

And it's whispered that soon, if we all called the tune
Then the piper will lead us to reason
And a new day will dawn for those who stand long
And the forest will echo with laughter

Woe woe woe woe woe oh
If there's a bustle in your hedgerow
Don't be alarmed now
It's just a spring clean for the May Queen
Yes there are two paths you can go by
but in the long run
There's still time to change the road you're on

And it makes me wonder…ohhh ooh woe

Your head is humming and it won't go – in case you don´t know
The piper's calling you to join him
Dear lady can you hear the wind blow and did you know
Your stairway lies on the whispering wind

And as we wind on down the road
Our shadows taller than our souls
There walks a lady we all know
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold
And if you listen very hard
The tune will come to you at last
When all are one and one is all, yeah
To be a rock and not to roll
Ooooooooooooh

And she's buying a stairway to heaven



Hoje parti um copo....

terça-feira, julho 04, 2006

Mais dois em um: objecto à 2ª e música à 3ª


Fields Of Gold

Sting

You'll remember me when the west wind moves
Upon the fields of barley
You'll forget the sun in his jealous sky
As we walk in the fields of gold

So she took her love
For to gaze awhile
Upon the fields of barley
In his arms she fell as her hair came down
Among the fields of gold

Will you stay with me, will you be my love
Among the fields of barley
We'll forget the sun in his jealous sky
As we lie in the fields of gold

See the west wind move like a lover so
Upon the fields of barley
Feel her body rise when you kiss her mouth
Among the fields of gold
I never made promises lightly
And there have been some that I've broken
But I swear in the days still left
We'll walk in the fields of gold
We'll walk in the fields of gold

Many years have passed since those summer days
Among the fields of barley
See the children run as the sun goes down
Among the fields of gold
You'll remember me when the west wind moves
Upon the fields of barley
You can tell the sun in his jealous sky
When we walked in the fields of gold
When we walked in the fields of gold
When we walked in the fields of gold


A imagem “http://www.goldengrail.com/i/big/729.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

As minhas matrioshkas

domingo, julho 02, 2006

LA LUNA Y EL TORO
(Sarmiento/Castellanos)

A imagem “http://malucaresponsavel.blogs.sapo.pt/arquivo/Lua-.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

La luna se está peinando
en los espejos del río,
y un toro la está mirando
entre la jara escondío.

Cuando llega la alegre mañana
y la luna se escapa del río
el torito se mete en el agua
envistiendo, al ver que se ha ido.

Y ese toro enamorado de la luna
que abandona por la noche la maná
es pintao de amapola y aceituna
y le puso Campanero el mayoral.

Los Romeros de los montes
le besan la frente,
las estrellas de los cielos
le bañan de plata.

Y el torito que es bravío,
de casta valiente
abanicos de colores
parecen sus patas.

La luna viene esta noche
con una bata de cola
y un toro la está mirando
entre la jara y la sombra.

Y en la cara del agua del río
donde duerme la luna lunera
el torito celoso perdío
la vigila como un centinela.

Y ese toro enamorado de la luna
que abandona por la noche la maná
es pintao de amapola y aceituna
y le puso Campanero el mayoral.

Los Romeros de los montes
le besan la frente,
las estrellas de los cielos
le bañan de plata.

Y el torito que es bravío,
de casta valiente
y el rocío de las flores
le lavan la cara.
El rocío de las flores
le lavan la cara.

Senseless acts of beuaty


Na rua


A imagem “http://liquidskyarts.com/liquidblog2006/July/robryan.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

French paper e liquidskyarts

A imagem “http://liquidskyarts.com/liquidblog2006/July/grainnemorton2.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Inspiration from Grainne Morton's