terça-feira, outubro 31, 2006

Espaços meus...



Et voilá o resultado final!

















Antes estava assim... Resolvi dar um aspecto diferente...

domingo, outubro 29, 2006

Quem me anda a tapar os Sonhos?

História da Íris


Eu e a Íris trocando ternurices


Sentiu-se atraída pelos meus materiais... Uma loucura completa!

Contudo sentia muito triste e saudosa
A adaptação não estava a ser boa, apesar de me esforçar imenso para a fazer sentir bem cá em casa. Mas a falta que ela sentia da mãe e dos irmãos era muito maior.... Então rumamos juntas numa viagem de metro até ao Porto....
Sentia-a nervosa pois sei que as viagens os deixam imensamente stressados e agitados. Passou a maior parte do tempo a miar. Quando chegou perto do seu destino e por incrivel que pareça, ficou calma.... parecia adivinhar o seu destino.
Foi então que devolvi a Íris à sua mãe e aos seus irmãos. O reencontro não podia deixar de ser muito emocionante.
A ninhada

A Íris com a sua mãe.

Senti o coração apertadinho, não pude deixar de soltar umas lagrimas, mas acho que esta foi a melhor atitude que tomei. Sinto a falta dela, mas creio que assim estará melhor.... e ficará certamente sempre na minha lembrança e no meu coração.

Origami no dia Mundial do Origami (24 de Outubro)

Obrigada Catrela, pelas explicações a dobrar os corações. Do teu ensinamento saiu este candeeiro que está no meu quarto:

:)

sábado, outubro 28, 2006




"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da viada, está aí:
no amor que não dámos,
nas forças que não usámos
Na prudência egoista que nada arrisca." Carlos Drummond de Andrade

domingo, outubro 22, 2006

Voa voa para mim....


Foto from Catrela

Digamos que foi amor à primeira vista. Quando a vi não consegui resistir. Pedi a Lua para permitir que ela fosse minha. Em breve chegará às minhas mãos, pois a Lua atendeu ao meu pedido, melhor dizendo ehhh a Catrela atendeu ao meu pedido! É impossível resistir a estes trabalhos maravilhosos da Catrela. Vale bem a pena!

Porque é Outono....

Uma tristeza minha, já não consigo fazer as dobragens, por esquecimento, por falta de prática :(!

Os tons de Outono.... uma delícia...

Um nescafé ao lanche! hummm

Este inferno de amar

Este inferno de amar – como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida – e que a vida destrói –
Como é que se veio a atear,
Quando – ai quando se há-de ela apagar?

Eu não sei, não me lembra: o passado,
A outra vida que dantes vivi
Era um sonho talvez... – foi um sonho –
Em que paz tão serena a dormi!
Oh! Que doce era aquele sonhar...
Quem me veio, ai de mim despertar?

Só me lembra que um dia formoso
Eu passei... dava o sol tanta luz!
E os meus olhos, que vagos giravam,
Em seus olhos ardentes os pus.
Que fez ela? Eu que fiz? – Não no sei;
Mas nessa hora a viver comecei...
(Em obras de Almeida Garret. Porto, Lello e Irmão, 1963. P.177.)
A imagem “http://static.flickr.com/104/274529323_6070f2c112_o.jpg” contém erros e não pode ser exibida.

Uma semana inteira sem net...

Tenho muitos post a escrever e muitas lembranças para partilhar...



Não sei explicar, mas adoro este dia!!

18 de Outubro




A chuva forte, o vento e os relâmpagos invadiram a cidade. Toda a noite o vento insistia incessantemente e de rompante à minha janela, em gritos abomináveis, pedindo exaustivamente para entrar.
Não cessou um único minuto, e querendo mostrar as suas forças, irrompeu ainda com mais força, acompanhado de chuvas fortes, que pareciam dilacerar o chão que pisavam.

A cidade vestiu-se de negro fechado, nem viva alma se sentia. Os relâmpagos aclaravam uma luz intensa de tempos a tempos, seguido de um ruído estrondoso. Parecia o Gigante Adamastor, querendo devorar mar, céu e terra.

Adormeci… e a tempestade parecem acalmar-se nos meus sonhos.

Pela manhã acordei com lágrimas de chuva, que escorriam pelas vidraças, e o vento tinha decidido voltar e tomar conta das nossas vidas. Era dia de ninguém ousar sair de suas casas. Fiquei por alguns momentos a pensar se o deveria fazer ou não, mas a verdade é que mesmo assim, não resisti e decididamente resolvi sair porta fora.

Esta chuva despertou-me boas lembranças. Lembranças dos rigorosos Invernos de quando era criança, das galochas azuis com uma barra amarela, das poças de água e de lama que tanto gostava de chapinhar., do leite quente com cacau ao fim do dia, de ficar tempos a fio vendo e imaginado destinos para as gotas de água que escorriam janela abaixo…

E senti-me feliz por ter a sensação de corpo encharcado, de ter o rosto e cabelos molhados…. Tenho de confessar que não consegui resistir e tive de abrir as palmas das mãos em direcção ao céu e colocar a cabeça inclinada, abrir a boca, deitar a língua de fora e ficar ali durante alguns minutos a levar com a chuva…

sábado, outubro 21, 2006

A menina dança?

Ai a tradição já não é o que era!

quarta-feira, outubro 11, 2006


“No Outono as folhas ficam velhas e o vento de Outono sopra e as folhas caem embaladas pela dança e quando caem no chão dormem um profundo sono.”

Retalhos da minha escola

Às 13.15 em ponto os miúdos formam fila à porta da entrada, esperando a minha ordem para entrar. E, assim começa a tarde: distribuição dos cadernos e materiais, chamada, data no quadro, registo do tempo que faz, cadernos de casa em cima da mesa daminha secretária.

Passo nas pelas mesas, na tentativa de os orientar. Mas todos os dias a rotina da tarde é a mesma e mesmo assim ouço o Daniel todos os dias a dizer:
- Professora quantas linhas deixo em branco?! Escrevo a caneta ou a lápis?!

Haja paciência! Todos os dias é a mesma coisa!

Vou marcando os certos e os vistos, por norma de caneta verde, outras vezes é com a azul e raramente, mas acontece a vermelho, contrariando as psicologias de alguns pedagogos que dizem que a referida cor desmotiva a aprendizagem dos petizes, traumatizando-os para toda a vida.

Ora bolas, a minha professora corrigia a vermelho, levei com a régua ao segundo dia do 1º ano, por ter pintado um pato cor de rosa e não foi por isso que fiquei traumatizada! Se bem que foi algo que não esqueci! Mais valia me ter dito que patos cor de rosa não existem.
Então que devo eu fazer às vacas que me aparecem pintadas de roxo, amarelo, aos coelhos verdes e aos ratos azuis... enfim sorrio perante eles e digo-lhes que aquilo é apenas fruto da sua imaginação pois na verdade todos nós sabemos que não existem os referidos animais pintados naquela cor... apenas na imaginação! Ao certo a minha professora não sabia o que era imaginação, criatividade!

Há dias em que nos sentimos completamente frustados, pois passamos horas a fio a tentar educar, partilhar experiências, transmitir conhecimentos e quando dá-mos por ela... estamos simplesmente a falar para o boneco. Ai como isto dói e magoa!

Nos momentos de expressão plástica, a sala de aula transforma-se numa autêntica feira. Os alunos são incapazes de ficarem sentados nos seus lugares a pintarem os seus desenhos. Levantam-se amiúde, trocando lápis de cor e perseguindo ferozmente o célebre lápis cor de pele, um rosa creme muito claro, para colorir as suas representações humanas, que independentemente da etnia do autor, são sempre caucasianas.

Risos, burburinhos e muitas distracções, até que chega um e diz:

- Professora, não sei desenhar!

Mas como é isso possível, todos nós sabemos desenhar algo, se bem uns melhor que outros, mas todos os sabem.

Este espaço é livre, o desenho é livre e eu abandono-os à sua criatividade enquanto me abstenho da minha, apontando as faltas que deram no livro de frequências, escrevendo o sumário, corrigindo cadernos....

Ouço-lhes os burburinhos dos namoricos e descobri que a maioria dos meninos está com uma paixoneta, por uma menina do 4º ano, a Raquel... Tentam espreitar pelos estores a ver se a vêem sair... às vezes faço de conta que não vejo... ou então pisco-lhes o olho, a dar-lhes sinal de que estou a ver. Riem e olham uns para os outros, camuflando algo que fazem há já algum tempo...

Vivo um dia de cada vez e sei que perante as dificuldades deles, não posso fazer dois anos em um. Quando chego a casa e reflicto, que afinal até trabalhamos bem e que se calhar eu é que estou a ser muito exigente!


-Oh mor num quere pixinho fresco!! Olhe q'é do nosso mare!
Muito bomh.
Não resisti à abordagem e lá vim para casa com 60 sardinhas e 2 serrotes ( tradução red fish) pela quantia de 7,00 euros.

Ai como eu adoro isto!! Só tenho pena de a minha máquina estar a falhar numa altura destas!!!

terça-feira, outubro 10, 2006

Encomendas de Natal


A partir de hoje começo a receber encomendas para o Natal, como estou com bastante trabalho a fazer stock para as feiras, e para outras encomendas que vão surgindo, quero começar a tratar dessas encomendas especiais com o devido cuidado ;)

Beijinhos e obrigada!

Guapa


http://handcraftedbyguapa.blogspot.com./

Pensando...


Estou sem a minha máquina fotográfica! Sinto-me sem uma parte de mim, já que não posso captar tantos belos momentos que tenho para fotografar....

quinta-feira, outubro 05, 2006

Novos vícios

Corrida de sapos origami ;)

Experiências 2...

Experiências 1...

quarta-feira, outubro 04, 2006

Na sala de aula

Uma conversa entre dois alunos:

- Sabes aquele menino deficiente o B. já come sozinho!
- Olha não é menino deficiente que se diz, chama-lhe antes menino especial! - respondeu-lhe o outro.

E eu sorri!

terça-feira, outubro 03, 2006

segunda-feira, outubro 02, 2006


Links sobre a feira de Artesanato Urbano decorrida na Póvoa de Varzim

artesanato-urbano-na-povoa-de-varzim
oprimeirodejaneiro