Quando me bateram, saí para o pátio e vi o Sol reflectido numa poça e vá de espezinhá-lo. Fiquei todo enlameado, e voltaram a bater-me... Que fazer? Comecei a gritar ao Sol:"Não me dói, diabo ruivo, não me dói!" E deitava-lhe a língua de fora."
In A mãe, pág.136, ed. Caminho, 1986, trad. António Pescada
Obra original de Máximo Gorki
Obra original de Máximo Gorki
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