sexta-feira, abril 13, 2012

Depois da Páscoa...

Da Páscoa ficou o almoço em família, o pedido formalizado dos padrinhos do Tomás... Tive oportunidade de ver como corre o compasso pelas ruas de uma grande cidade e dei por mim a pensar que já não tem o mesmo encanto. Será que perdeu a graça, ou fui eu que já cresci e vejo as coisas de outros modo?
Depois da Páscoa veio a chuva, que apesar de chata e aborrecida era bem precisa. E com ela voltaram os dias frios em que só apetece ficar em casa!
Por cá planeiam-se os afazeres numa semana de muitas emoções. Entro em contagem decrescente para regressar ao meu trabalho e o Tomás vai ficar uns tempos alternados com a ama para se ir habituando (estou de coração apertado). Já foi para lá uma tarde, que me pareceu demasiado longa e hoje foi uma manhã. Dizia eu que a primeira manhã que fosses eu ia tirar a barriga de misérias e dormir um pouco até mais tarde, mas engano meu!!! Simplesmente não consegui, senti o coração demasiado apertado, sentia o teu cheiro mas simplesmente não estavas... E olhar os teus espaços vazios desprovidos de ti, deixa-me triste, mas por outro lado é sinal que estás a crescer... Mas dói, dói, dói muito acho que é uma dor que só coração de mãe pode entender e meia volta escorrem-me as lágrimas pelo meu rosto, mesmo sabendo que estás bem...
Tenho o projecto do a day photo em atraso, tenho de tratar rapidamente da actualização.
O tempo passa rápido demais para tudo o que eu quero fazer, ou então sou eu que tenho ideias demais para colocar em prática. Por isso, vou tentar dar aso às tarefas domésticas cá por casa e quiçá volte mais tarde com a actualização que preciso tanto de fazer (de fotos neste post e de outras coisas mais...).

 Update de fotos

Cá fica o registo do convite e do cabaz oferecido ao padrinho e madrinha.





1 comentário:

purple disse...

Imagino a dor que deve ser esse afastamento e o sentimento do "deixá-lo ir", mesmo que seja para bem... Parece tudo passar depressa demais, não é?

Essa sensação da azáfama citadina, compreendo perfeitamente o que dizes... Cada vez mais me vejo a ter uma rotina numa terra pequena, calma e bem campestre. A vida de cidade que cheguei a gostar, cada vez me repele mais... Quem me dera poder ir já...

Abraço! *** rita