segunda-feira, novembro 17, 2014

Olá Novembro!


Ainda à bem pouco tempo senti o teu início, já vamos a meio e sinto que os dias se escorrem por entre os dedos. Tenho a sensação que os teus dias estão a correr depressa demais, e não tarda nada estamos no final do ano.
Por cá começamos a embrenhar-nos no espírito natalício, embrenhado pelos tons dourados das folhas de outono que ainda restam pelas àrvores ou que ficam todas aglomeradas num enorme tapete que enche a rua e os passeios.
E embalada por esta doce melancoloia, sinto que não tomei rédeas na organização do meu tempo. Não é que tenha deixado de fazer as coisas, mas sinto que poderia ter controlado melhor o meu tempo nesta nova fase, por outro lado acho que posso encarar este período como uma fase de experiência para uma nova fase que se seguirá. Agora vou deixar-me ir ao sabor dos dias...

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O dia de hoje segue como o prolongamento do fim de semana. O T. está doente e hoje não foi à escola. E por entre uma noite mal dormida, febre, tira roupa, mede temperatura, adormeci-te várias vezes embalado no meu braço.  Vi-te adormecer docemente enquanto a tua respiração se fazia sentir de modo ruidoso. Por entre mimos no sofá e canja quente, leitinho morno e pão com doce, vejo crescer-te e todos os dias gravo  estes dias ora em fotografias, ora em palavras e memórias para a minha própria memória.

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