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domingo, março 14, 2010

Da semana...

Um melro e um pardal bravo são a minha orquestra sinfónica pela manhã.

A semana começou um pouco cinzenta, mas o Sol entusiasmou-se e apareceu, mesmo sentindo-se muito frio e um ventinho do norte gelado, já parecia quase Primavera. è tão boa esta sensação de olharmos em volta e verificarmos que tudo está a renascer... Temos tantos sopros da Primavera ao alcance das nossas mãos.Tenho vindo a recuperar significativamente e na quarta-feira, larguei a minha outra canadiana, quer isto dizer que já ando com os meus próprios pés, sozinha sem apoios, sem ajuda, e isso é certamente uma enorme felicidade!

Estas meias elásticas, agora são a minha segunda pele!Um bocadinho mais bronzeada, não?!

Os meus dias têm sido preenchidos com delinear de sonhos e projectos, que aos poucos vão tendo andamento.Chegaram-me às mãos mais uns livros japoneses desta wish list daqui.
Da nossa casa, fica aqui um pequena mostra das pequenas mudanças que se vão operando e, certamente isto é amor!

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Gazeta literária

" Quando eu era miúdo, com os meus 10 anos, quis apanhar o Sol com um copo. Peguei no copo, aproximei-me sorrateiramente, e zás, com o copo na parede! Cortei a mão e bateram-me por isso.
Quando me bateram, saí para o pátio e vi o Sol reflectido numa poça e vá de espezinhá-lo. Fiquei todo enlameado, e voltaram a bater-me... Que fazer? Comecei a gritar ao Sol:"Não me dói, diabo ruivo, não me dói!" E deitava-lhe a língua de fora."

In A mãe, pág.136, ed. Caminho, 1986, trad. António Pescada
Obra original de Máximo Gorki

segunda-feira, abril 23, 2007

Desvaneios e Dia Mundial dos Livros

(...) "Escrevo para tornar possível a realidade, os lugares, tempos, pessoas que esperam que a minha escrita os desperte do seu modo confuso de serem. (...)
Escrevo para tornar visível o mistério das coisas. Escrevo para ser. Escrevo sem razão.

Vergílio Ferreira in “Pensar”

............. e já agora para que conste...........

É proibida a reprodução, parcial ou total, dos textos ou fotos deste site, sem a minha autorização, conforme os termos previstos na lei.

Dia Mundial dos Livros na Livraria Chaminé da Mota

Rua das Flores - Porto

domingo, abril 15, 2007

Livro da semana


"No tempo em que eu ainda trepava às árvores, vivia na nossa aldeia, a uns dois quilómetros da nossa casa, um homem a quem chamavam senhor Sommer. Ninguém sabia qual era o seu nome de baptismo e também ninguém sabia se ele tinha ou não uma profissão. Mas embora pouco se soubesse sobre o senhor Sommer, toda a gente o conhecia, pois andava permanentemente de um lado para o outro. Podia nevar ou cair granizo, podia estar um temporal ou chover a cântaros, podia o sol queimar ou aproximar-se um furacão, sempre o senhor Sommer peregrinava como uma alma penada, atravessando a paisagem e os sonhos do narrador..."

A História do Senhor Sommer é uma fascinante viagem aos episódios mais recônditos da nossa própria infância, os lugares mágicos onde nos refugiávamos do mundo dos adultos... Vale a pena ler e reler!

sábado, fevereiro 10, 2007

2018: 365 novas oportunidades

E assim de repente, apeteceu-me simplesmente voltar...