A propósito de um artigo que saiu no suplemento da revista Expresso de Domingo intitulado Abrandar... eu também, já há muito, que sinto que tenho de abrandar o meu ritmo. Em determinadas situações eu até abrandei muito...
Este abrandar deve ser encarado como uma forma de mudança de vida, de atitude, de estilo, numa sociedade que se impera cada vez mais o materialismo, o consumismo, o usa e deita fora... e tem de haver um basta, para o nosso bem. Talvez tenhamos de chegar a tempos mais ancestrais, recorrendo a técnicas, que já os nossos antepassados usavam...
Aproveita tudo o que tens, e quando já nada conseguires fazer com isso, dá-lhe um outro uso, reaproveita, reutiliza, usa a imaginação e criatividade que ainda te resta.
Já pensaram que antigamente as pessoas viviam com muito menos dinheiro e coisas e eram muito mais felizes. Eram felizes com coisas simples que a própria vida e Natureza lhes davam.
As crianças sabiam exactamente brincar e inventar, mesmo não tendo muitos brinquedos...
Vivia-se com a roupa do corpo e com a roupa domingueira (os que a tinham) e ninguém se sentia nem mais nem menos que os outros...
E a vida é simplesmente mais que isso....
As pessoas precisam de abrandar os seus ritmos, olhar mais vezes as coisas a sua volta e serem felizes com muito menos....
Cada um deve abrandar ao seu ritmo e ser feliz....
E eu vou continuara a aBrANdaR também!...